Resenha: Sombra e Ossos

Nesta trilogia que abre o universo, conhecemos Alina e Maly, dois órfãos que consideram um o apoio do outro até o dia que alguns Grishas, pessoas detentoras de privilégios e poderes "mágicos", aparecem em sua porta e levam eles para trabalhar junto ao exército do país, Maly servindo como um ótimo rastreador e Alina como cartógrafa.


Foto: Dunia Ahmad

Alina, nossa protagonista, era considerada uma pessoa comum até descobrir que possui um poder raro e misterioso durante sua missão na Dobra das Sombras (um lugar assustador e perigoso por estar contaminado de poder da escuridão e habitado por animais selvagens). .

Esse poder pode ser a chave para curar a Dobra e dar um fim as divisas entre os países, por isso, ela é levada imediatamente ao Palácio sob os cuidados do ser mais poderoso (e temido) de todo o planeta: o Darkling, general do Rei.


Eu me considerava uma pessoa imune aos charmes dos machos literários, mas Sombra e Ossos é sempre uma boa leitura para me relembrar que mais uma vez eu me apaixonei pela pessoa errada e quebrei a cara no fim do livro.


Confesso que na primeira vez que li esse livro eu ODIEI ele, me pareceu cansativo na época, mas agora a história funcionou muito melhor e me envolveu logo de início, eu queria muito saber se vai dar tudo certo no final. Claro que, por estarmos falando de uma trilogia, nada dá certo no final desse primeiro volume e Leigh Bardugo, mestra em reviravoltas e bom conteúdo, não decepciona com a promessa do que está por vir.


Sombra e Ossos hoje me passa a sensação de ser uma pitada de Jogos Vorazes com misticismo e fantasia, e isso já diz muito sobre o potencial da história.



  • YouTube
  • Twitter
  • Instagram

© 2020 por The Feminist Patronum.