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Resenha: Bom Dia, Verônica

Atualizado: 1 de Out de 2019

Na realidade brasileira, a justiça nem sempre é suficiente para resolver os casos. Nesse cenário, conhecemos Verônica, a secretária de um delegado do Departamento de Homicídios de São Paulo, que resolve finalmente tomar a atitude de se arriscar pelo caso de alguém, deixando seu trabalho de apenas secretária de lado.




Marta Campos conheceu o amor de sua vida pela internet, em um site de relacionamento, ela só não sabia que estava lidando com um doente que busca mulheres carentes e com dinheiro, onde ele as usava o máximo que podia, e depois se livrava delas de maneiras inimagináveis. O caso de Marta Campos chegou às mãos de Verônica quando ela atinge seu limite e decide prestar queixa, mas antes que Verônica possa de fato fazer algo por essa mulher, ela se suicida, se jogando da janela da delegacia.


Enquanto isso, conhecemos o caso de Janete, uma mulher casada a um Policial Militar que acreditava estar vivendo um conto de fadas até passar a conhecer para valer seu marido, Brandão, um homem com um passado misterioso e muito, muito violento. Janete chega ao seu limite com o marido quando começa a sofrer a violência dentro de casa. Ela vê Verônica na televisão e acredita ter encontrado a pessoa perfeita para te ajudar, e faz uma ligação misteriosa dizendo que seu marido é um assassino em série de mulheres, mas a história dela vai muito, muito além disso.


Verônica assume, então, ambos os casos, sem comunicar seus superiores e completamente por conta própria.


Mas é justo lembrar que Verônica é uma mulher comum, com marido e filhos para se preocupar também, descrente da justiça e muito determinada a deter o homem que causou a morte de Marta, e salvar Janete das mãos de seu marido abusivo.


Um livro repleto de reviravoltas, revelações intensas e uma história capaz de ter deixar tenso e de queixo caído.



Esse livro foi lançado originalmente em 2016, sob o nome de autoria de Andrea Killmore. Apenas esse ano descobrimos que Andrea Killmore na verdade é um pseudônimo para Ilana Casoy e Raphael Montes, nomes famosos no universo literário criminal, com livros já lançados no Brasil, separadamente, como Arquivos Serial Killer (também pela DarkSide) e Uma Mulher No Escuro (Companhia das Letras).


Bom Dia, Verônica já tem adaptação confirmada pela Netflix, com Tainá Muller como Verônica, Camila Morgado como Janete e Eduardo Moscovis como o Policial Brandão. Um cast brasileiro de peso para a primeira adaptação de uma obra de ficção policial na plataforma de streaming.

Ambos os autores estão envolvidos no roteiro da série.


Ficha Técnica:

Bom Dia, Verônica

Ilana Casoy & Raphael Montes

DarkSide Books

256 páginas


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