Mulheres ocupam os cargos de maior importância dentro da CIA

Em março de 2018 o presidente dos Estados Unidos Donald Trump apontou uma mulher para o comando da CIA: Gina Haspel, de 60 anos. A notícia, contudo, foi recebida com muitas controvérsias por conta do passado de Turner.



Durante a presidência Bush Haspel comandou uma operação secreta na Tailândia na qual foram usadas “técnicas de interrogatórios intensivos, ou seja, tortura. Há quem diga também que a mesma ajudou a acobertar essas ações, mas devido ao sigilo da operação não é possível saber até que extensão Turner teve.


Defensores dos direitos humanos até hoje discordam da nomeação do presidente Turner, e uma professora de psicologia na Inglaterra, Michelle Ryan, comentou que "Ser feminista não significa concordar indiscriminadamente com todas as mulheres”.


Hoje, 5 de janeiro de 2019, Gina anunciou que o último cargo a ser preenchido na diretoria da CIA será ocupado por uma mulher. Com a nomeação de Cynthia "Didi" Rapp à diretora de análises, os maiores cargos da agência de inteligência estão, pela primeira vez, preenchidos por agentes do sexo feminino.


Haspel já havia nomeado Elizabeth Kimber para o cargo de diretora de operações. As duas eram veteranas da agências. Rapp era diretora de relações públicas durante o termo do diretor David Petraeus e diretora executiva durante o começo do termo de Haspel.

De acordo com um agente de inteligência oficial dos Estados Unidos, 50% dos trabalhadores da CIA são mulheres hoje em dia.

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