"Mulheres normais" prova que não existem mulheres anormais

A reunião de crônicas da escritora curitibana Izabella de Macedo que retratam as mulheres do jeito que são. Uma obra que faz ecoar pensamentos e sentimentos comuns do universo feminino, expostos como quem está de coração aberto para sorrir, chorar, se apaixonar.


Retratando o dia-a-dia de "mulheres normais", Izabella consegue misturar muito bem o humor com os obstáculos da vida.


O livro é bem rápido de ser lido, já que o mesmo está em formato de crônicas, você irá gastar uma hora rindo de situações que com certeza já aconteceram no seu cotidiano.


"Não sei por que eu insisto em ir à dermatologista. É um verdadeiro ataque à autoestima. Ela te olha com aquele olhar curioso procurando todos os defeitos possíveis no seu rosto lavado. Passa o dedo na ruga da testa, dá uma levantadinha na sobrancelha pra testar. Vira o rosto de um lado para o outro.

Faz “hmm”. E aí sentencia: você já tem indicação de botox para esta, essa e aquela ruga; também já pode fazer preenchimento

aqui no bigode chinês, nessa parte funda da olheira e nos lábios

que já estão meio murchinhos. Dá um up, você vai ver." Parte da crônica 'Ida a dermatologista'.


"Nós, mulheres normais, estamos todas trabalhando por um lugar no sol em pleno século XXI. É verdade. temos nossas diferenças: nossos corpos, gostos, opções sexuais, preferências, profissões, talentos, vocações, desejos, cabelos, cheiros, trejeitos. Mas temos uma essência comum: um desejo latente de sermos felizes e uma sensação abafada de não sermos compreendidas. Nossas crises existenciais, nossos amores eternos, nossas dificuldades cotidianas, nossos conflitos interiores são cômica e tragicamente retratados nestas crônicas.''


  • Capa dura: 84 páginas

  • Editora: Lura Editorial; Edição: 1ª (2020)

  • Idioma: Português

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