Maria e João: O conto das bruxas | Crítica

Se você cresceu ouvindo a história de João e Maria saindo de casa, deixando migalhas de pães pela floresta e encontrando a casa feita de doces, saiba que nessa adaptação tudo está diferente.

Divulgação Imagem Filmes Brasil

Dirigido por Osgood Perkins, Maria e João: O Conto das Bruxas é uma releitura da história dos irmãos Grimm. Dessa vez a diferença de idade entre eles é notável, Sophia Lillis (Maria) faz o papel de irmã mais velha, e Sammy Leakey (João) o caçula protegido por sua irmã.


O filme começa mostrando as dificuldades financeiras que Maria e sua família, mãe e irmão, passam. Por conta disso a jovem procura por trabalho. Em uma entrevista seu possível patrão se mostra interessado não só pelo trabalho de Maria na cozinha e na limpeza. Quando volta para casa e conta a sua mãe que não conseguiu o trabalho, Maria e João são expulsos de casa.

Os irmãos andam pela floresta à procura de um refúgio, onde encontram uma casa que parece estar vazia, mas na realidade abriga um caçador. Interpretado por Charles Balalola, o homem oferece banho e comida para as crianças, e ao despedir-se delas aconselham a não desviar o caminho.

Divulgação Imagem Filmes Brasil

Mas como podemos adivinhar, os irmãos desviam e encontram a casa de uma senhora. No papel de vilã, Alice Krige, nos reafirma aquele ditado de que ‘quando a esmola é demais o santo desconfia’. A bruxa usa a miséria das crianças a favor dela, oferecendo tudo que eles precisam, casa e comida. No entanto, já sabemos que suas intenções não eram nada boas.



Se você assistiu ao trailer e desistiu de ver o filme por medo, não há o que se preocupar. As cenas de susto são leves, mas nada tão desesperador como muitos imaginavam. Sendo bem sincera, esperava mais cenas de terror que de suspense.

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