Crítica: It - Capítulo 2

Um filme nostálgico para aqueles que conferiram o primeiro longa da franquia, mas não deixa de ser um filme interessante para quem nunca soube da famosa história do palhaço Pennywise.


Divulgação: Warner Bros.

Nos apresentando uma Derry de 27 anos depois o grande ocorrido, vemos o Clube dos Perdedores enfrentarem novamente seus grandes medos.


Com um roteiro certamente irônico, mostrando que cada um pode sair da cidade onde cresceu, mas que suas ações sempre estarão presentes em seu cotidiano. Bervely que tinha um pai abusivo, consegue uma carreira promissora mas seu marido também é abusivo. Eddie que tinha uma mãe psicótica, também acaba se relacionando com uma mulher assim, inclusive a mãe e a esposa são interpretadas pela mesma atriz.


Pennywise aparece explorando o psicológico de cada um, desde a primeira cena, até a última, o que deixa o filme com um tom de terror psicológico, e não algo tão sangrento e explícito.


Divulgação: Warner Bros.

As polêmicas 2h45 de duração do longa não é algo que incomoda (como em Vingadores: Ultimato), o diretor é capaz de deixar os acontecimentos num ritmo bem constante, sendo o suficiente para manter a atenção de todos que estão no cinema. Muschietti se mosta profissional na transição entre terror e humor.


Mantendo um aspecto bem parecido do primeiro filme, nesse somos tocados mais pela sensação de nostalgia, tendo direito a uma aparição do escritor Stephen King e várias referências as suas outras obras.


Conclusão


Oferece uma conclusão satisfatória, mas não é um grande filme digno de prêmios.

Cumpre muito bem as expectativas e cativa o público.


It - Capítulo 2 chega nos cinemas dia 5 de setembro. Assista por sua conta e risco.






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