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Crítica: Eu Me Importo

Nunca imaginei que o mundo me agraciaria com Rosamund Pike sendo uma "vilã" e sáfica no mesmo filme. Obrigada pelos mimos Netflix.


Escrito e dirigido por J. Blakeson (“A 5ª Onda“), o longa é estrelado por Rosamund Pike, Peter Dinklage, Eiza González, Chris Messina e Dianne Wiest.

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Divulgação Netflix

Marla Grayson (Rosamund Pike) é uma golpista, mas não é muito convencional, ela aplica golpes em idosos, alegando que eles não são mais capazes de cuidar de si, e assim ela entra como cuidadora profissional, tendo acesso a todas as contas bancárias e propriedades.


O filme inicia com o voice over, e já pensamos "ah, Garota Exemplar estilo Netflix", mas não se preocupe, o roteiro de J. Blakeson é sustentável o bastante para que isso não aconteça.


Rosamund é uma atriz incrível, disso não há dúvidas, e nesse filme ela foi capaz de entregar uma personagem com inúmeras camadas, gênia do crime e 100% odiável. Não é atoa que ela venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, e possui muitas chances de ganhar outros prêmios.


No geral, o longa é uma ótima comédia sarcástica que vai te prender do início ao fim, mas em temos técnicos não vemos nada muito impressionante.


Nota: 3 de 5 estrelas.



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