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Crítica: Emily em Paris mostra os desafios de morar em outro país para ter o emprego de seus sonhos

Assim que as primeiras imagens de Lily Collins caracterizada como Emily Cooper foram divulgadas nas redes sociais, uma comoção foi gerada em torno da nova comédia romântica da Netflix. Prometendo encantar os fãs de Gossip Girls, a trama acompanha as aventuras de uma executiva em marketing e mídias sociais se mudando a trabalho de Chicago para a França sem saber falar o idioma do país.


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Divulgação Netflix

Com a barreira do idioma imposta, a funcionária terá que lidar com uma chefe, Sylvie Grateau (Philippine Leroy-beaulieu), que despreza cada segundo que passa ao lado da jovem, bem no estilo Miranda Priestly, enquanto ela tenta provar sua capacidade como “a visão norte-americana” na comunicação digital das grandes marcas de grife que são clientes da empresa.


Com 365 dias a diante na “cidade do amor”, a protagonista criada por Darren Star (Younger) irá se envolver em novas paixões enquanto supera o antigo noivo que ficou nos Estados Unidos. Para ajudar a se adaptar à nova cultura, ela recebe ajuda do vizinho do andar de baixo Gabriel (Lucas Bravo), da herdeira Camille (Camille Razat) e da au pair Mindy (Ashley Park).


‘Emily em Paris’ aproveita muito bem as redes sociais para a composição da personagem, que compartilha sua nova rotina como estrangeira no Instagram, ampliando sua relação de trabalho e abrindo uma discussão para a importância do trabalho das influenciadoras digitais na divulgação de uma marca. A especialista também enfatiza como os debates que ocorre na sociedade impacta no discurso e comunicação das empresas, como a hashtag #MeToo (movimento contra o assédio em Hollywood), o