Crítica: Brinquedo Assassino


Buddi, o boneco mais desejado pelas crianças, altamente tecnológico, mil e um comandos, pode controlar sua TV, aquecedor, aparelho de som, e até trazer seus livros de ciências. Ele se adapta a sua rotina, e tem a promessa de ser seu melhor amigo pela vida toda, bom, até um trabalhador insatisfeito alterar sua configuração, o transformando em um monstro.


Divulgação: Imagem Filmes

Um desses bonecos “Buddi”, é devolvido à loja por apresentar defeitos suspeitos, Karen (Aubrey Plaza), que recebe a devolução, acaba levando-o para casa como presente para seu filho Andy (Gabriel Bateman), que passa por uma fase difícil.


Tudo corre bem, Andy está feliz com seu novo brinquedo, que acaba sendo nomeado de Chucky, mas problemas ainda acontecem em sua vida, o namorado de sua mãe, o gato que Andy detesta.


Com o passar do tempo, boneco vira uma atração no prédio, e atrai novos amigos para Andy, que antes só o tinha de companhia, já que eles gostam do comportamento imprudente de Chucky, e como ele reproduz o que lhe é mostrado.


Divulgação: Imagem Filmes

Com a motivação inicial de proteger e agradar Andy, Chucky começa a “facilitar” sua vida, tirando de seu caminho os seus problemas, e claro, o trazendo lembranças de seus crimes. Sua motivação se torna mais sombria quando o boneco decide que será o único amigo que o garoto terá e decide eliminar as pessoas de seu convívio.


Uma comédia de terror, esse é o novo ”Boneco Assassino”, que tem mais piadas e drama do que medo, seguindo elementos de uma realidade “Black Mirror”, e recriando uma história totalmente diferente da versão anterior. Além disso apaga a mitologia por trás da criação do boneco, mostrando um Chucky mais coeso com a realidade atual, um robô de inteligência artificial que recebeu uma personalidade maligna.



Direção

Lars Klevberg

Gêneros

Suspense

Inadequações

Violência Extrema, medo, linguagem imprópria

Duração

90 minutos

Elenco

Aubrey Plaza, Brian Tyree Henry, Tim Matheson, Gabriel Bateman














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