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Crítica | Assassino Sem Rastro

Longa de história criminal mal contada não se salva nem pelos atores


O novo filme de ação de Liam Neeson, Assassino Sem Rastro (2022) é uma história policial e criminal mal contada. O longa conta com Monica Bellucci (Matrix Reloaded, Dracula, Twin Peaks), Guy Pearce (Memento) e Taj Atwal (Hullraisers).

Traduzindo do título original, ‘Memória’ segue um assassino de aluguel com Alzheimer, tentando se aposentar, até ser oferecido um trabalho que não pode negar. Quando chega no momento, Alex Lewis (Neeson) descobre que a vítima seria uma criança e, assim, ele desiste de seu “freelance” e começa um plano de vingança contra todos que machucaram a garota (atuação de Mia Sanchez).


O longa se desenvolve para contar e denunciar tráfico sexual de menores e o trabalho do governo de proteger e certificar que esse negócio sujo continue sem ser investigado. Certamente, é uma proposta de história interessante e que necessita ser contada, porém, da maneira correta.


O roteiro, infelizmente, parece ser escrito por alguém (Dario Scardapane) que nunca conversou com uma mulher na vida real antes - é um roteiro preguiçoso, datado e bagunçado. A direção, também, é fraca e incoerente, trabalho ressaltado pela péssima edição. As atuações passam despercebidas.


Talvez, se eu fosse um pai, assistindo canais aleatórios na TV a cabo no dia de minha folga, eu amaria esse filme.


Assassino Sem Rastro (2022) estreou nos cinemas do Brasil dia 9 de junho.


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