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Crítica: Anna: O Perigo Tem Nome

Anna: O Perigo Tem Nome conta a história de uma vendedora de bonecas russas que, por ter uma beleza estonteante, obtém a atenção de um agente de modelos, levando-a para o mundo da moda e dos flashes.


Bom, é isso que o filme dá a entender no primeiro momento.

Na verdade, Anna (Sasha Luss) é uma assassina da KGB, que secretamente está em uma missão (das muitas missões do filme) para Olga (Helen Mirren), uma das chefes da KGB e uma mulher que você não imagina ser tão importante para a história em um primeiro momento... Mas preste atenção nessa personagem durante o filme!


Com um ótimo desenvolvimento de personagem e inúmeros plots twists, Anna: O Perigo Tem Nome conquistou absolutamente todo o público do cinema com a sua trama e uma surpresa muito positiva ao final.

Quando você começa a entender o filme para valer, dá uma sensação de “lá vamos nós para mais um filme americano onde os russos são os vilões”, mas inesperadamente, o film leva para uma conclusão muito interessante, levando todos a refletir sobre os acontecimentos até então.


“Não confie sua fé em homem algum, confie em si mesma.”


Além de colocar as mulheres do filme em completo destaque, o enredo contém um toque de ironia de forma sutil, gerando risadas inesperadas do público.


Ponto positivo também para a escolha do cast: além da protagonista, Luke Evans e Cillian Murphy deixam uma marca muito interessante.

Anna: O Perigo Tem Nome chega aos cinemas em 29 de Agosto.


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