Crítica: A Maldição da Chorona

A Maldição da Chorona, filme estrelado por Linda Cardellini, interpretando a assistente social Anna Garcia, faz parte da franquia ‘Invocação do Mal’, contendo um certo "padrão James Wan" só que, dessa vez, não no bom sentido.




O filme não atende muito ao quesito terror quando lembramos da sensação que esse gênero nos traz, já que a história é construída com base em uma lenda (A Chorona), deixando de lado os momentos de tensão que seriam extremamente importantes na narrativa.

Tem diversos pontos fracos, como em relação à maquiagem, efeitos especiais, e roteiro: o longa não consegue prender a atenção do público da maneira que deveria.


Sinopse

Na Los Angeles da década de 1970, uma assistente social criando seus dois filhos sozinha depois de ser deixada viúva começa a ver semelhanças entre um caso que está investigando e a entidade sobrenatural La Llorona. A lenda conta que, em vida, La Llorona afogou seus filhos e depois se jogou no rio, se debulhando em lágrimas. Agora ela chora eternamente, capturando outras crianças para substituir os filhos.




Tendo em vista que o filme deveria ser retratado no anos 70, não somos apresentados a nenhum elemento que realmente confirme isso (talvez isto não seja inteiramente verdade, mas realmente senti falta de mais elementos da época).


O longa nos apresenta sobre uma maldição mexicana, reforçando mais uma vez o tal esteriótipo de que os latinos são pessoas sábias e que são extremamente devotados á sua religião, o catolicismo. São sábios, mas não ao ponto de serem levados a sério.


Do meio para o final do filme somos apresentados a um grande personagem que teoricamente seria a solução da família mal amaldiçoada mas, entretanto, Rafael é utilizado como alívio cômico nas cenas de grande tensão, deixando de lado seu grande potencial.




A Maldição da Chorona (A Maldição de La Llorona) chega nos cinemas dia 18 de abril nos cinemas brasileiros.

Confira o trailer abaixo:



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